sexta-feira, 3 de julho de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Dois novos livros da Afrontamento entram para o Plano Nacional de Leitura

Novos Caminhos da Ilustração


Mesa redonda sobre ilustração no Norte de Portugal e da Galiza.
Participações de Gémeo Luís, Cristina Valadas, Luís Silva, Marc Taeger e José Manuel Saraiva. Moderação de Emílio Remelhe.

3 de Julho, sexta-feira, 18.30 horas, na Biblioteca Municipal de Gaia.

Prémios de Edição LER BOOKTAILORS

Já está aberto o processo de candidatura para a 2ª edição dos Prémios de Edição.
Período de inscrição para concurso: de 1 de Julho a 30 de Setembro de 2009. Período de votação final: de 15 de Novembro a 15 de Dezembro. Apresentação dos resultados: 1.ª sexta-feira de 2010 (Revista LER).

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Lançamento de livro

A naturalidade de Fernão de Magalhães revisitada, de Amândio Morais Barros

12 Julho - 18.30 horas - FNAC Norteshopping

O objectivo deste breve estudo é descrever e analisar as hipóteses até agora avançadas pela investigação histórica, reflectir sobre a sua consistência e avançar com alguns dados para o esclarecimento do tema.
Esta figura ímpar da história portuguesa está envolta em mistério e muitas vezes em ficção que se tenta passar por ciência histórica. Em que ano nasceu? Onde nasceu?
Este estudo pretende, através do rigor da investigação histórica, esclarecer algumas destas pertinentes questões colocadas em volta da figura de Fernão de Magalhães.


Amândio Morais Barros nasceu no Porto. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde tem desenvolvido toda a sua carreira de investigador. Especializou-se nas áreas de História Social e Económica e na História Marítima (área do seu doutoramento). As suas publicações têm incidido nestes domínios, assim como no da História da Cidade do Porto, à qual tem dedicado diversos trabalhos. Presentemente é bolseiro de pós-doutoramento da FCT e investigador do CITCEM-UP (Centro de Investigação Transdisciplinar: Cultura, Espaço e Memória – Universidade do Porto).

A Afrontamento está na blogosfera


Quando a desordem se torna ordem, uma atitude se impõe: afrontamento.

Foi esta epígrafe de Emmanuel Mounier que esteve na origem do nome desta Editora que começou a publicar em 1963.
A Afrontamento começa a editar ao ritmo de um livro por ano, tendo lançado na sociedade portuguesa livros de autores como Emmanuel Mounier e Jean Lacroix, Pablo Neruda, Mário Brochado Coelho e Isabel Mota, Ernest Mandel, entre outros.
Um dos mais emblemáticos livros é publicado em finais de 1971. Assinado por Mário Brochado Coelho, o «Em defesa de Joaquim Pinto de Andrade» colocou definitivamente a Afrontamento no rol dos inimigos do regime do Estado Novo.
Com a chegada da democracia a Afrontamento diversifica o seu catálogo, aumenta o seu ritmo de publicação, mas mantêm-se fiel à consigna que lhe deu origem. Afrontar a sociedade portuguesa passa por desafiar a hegemonia cultural e social.
Hoje a Afrontamento é uma editora de carácter generalista com um forte pendor no campo das Ciências Sociais e Humanas. No seu catálogo podem também encontrar-se livros de ficção, poesia, literatura infantil, arte, guias, matemática, filosofia, música, cinema, fotografia, entre outros.
Na Afrontamento a edição de livros continua a estar para além da actividade meramente comercial. Daí que os seus responsáveis gostem de ser considerados agentes culturais com todas as responsabilidades que uma designação desta natureza implica.